Crítica – Velozes e Furiosos 8

Trama pesada com grande volume de piadas, esse é o novo filme da franquia de carros mais bem sucedida do mundo.

Agora que Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em lua de mel e Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se retiraram do jogo e o resto da equipe foi exonerada, o time segue com uma vida normal.

Mas, quando uma mulher misteriosa seduz Dom para o mundo do crime, ele parece não conseguir escapar e a traição das pessoas próximas a ele fará com que todos sejam testados de uma forma como nunca foram antes.

Das margens de Cuba e ruas de Nova York para as planícies geladas do mar do Ártico, nossa tropa de elite cruzará o globo para impedir que uma anarquista desencadeie o caos… E tentará trazer para casa o homem que os tornou uma família.

Com essa sinopse o filme se mostra audacioso, mostrando o personagem principal Dominic Toretto como vilão e colocando Luke Hobbs (Dwayne “The Rock” Johnson) como o mocinho e assumindo de vez o contra ponto de Toretto e substituindo de vez o personagem de Paul Walker.

As cenas de ações está cada vez mais absurdas e isso é muito bom, o diretor F. Gary Gray assumiu de vez a missão de superar os filmes anteriores nesse quesito, ponto alto  do filme é o humor que torna tudo mais leve e mão existe mais sequências que nos deixam tensos por muito tempo, pois na cena seguida ou até mesmo na mesma terá uma piada, Roman Pearce (Tyrese Gibson) é o alívio cômico que realmente funciona mas uma surpresa é a interação dos personagens Agente Hobbs e Deckard Shaw (Jason Statham) pois o tempo todo as ofensas e provocações são hilarias.

O filme realmente vale a pena, se você busca diversão é a melhor indicação no momento.

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