Crítica – Sete Minutos Depois da Meia-Noite.

O Drama Fantasia dirigido por J. A. Bayona chega finalmente dia 05 de janeiro, depois de ser adiado a mais de meio ano, Baseado no
livro O Chamado do Monstro escrito por Patrick Ness.

Conor (Lewis MacDougall) é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. Seu pai (Toby Kebbell) é muito ausente, a mãe (Felicity Jones) sofre um um câncer em fase terminal, a avó (Sigourney Weaver) é uma megera, e ele é maltratado na escola pelos colegas. No entanto, todas as noites Conor tem o mesmo sonho, com uma gigantesca árvore (Liam Neeson) que decide contar histórias para ele, em troca de escutar as histórias do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia.

O filme aborda o quanto é difícil encarar a realidade da vida, Conor se refugia em suas imaginações para se esconder e conseguir forças para enfrentar o dia a dia, ele que é um garoto velho demais para ser uma criança e jovem demais para ser um homem, as historias contadas para Conor pelo o Monstro são todas cheias de várias possibilidade e nada linear, o que fica claro quando se compara a vida do garoto, essas parábolas são essenciais para que ele siga em frente.

A morte já é algo que amedronta, e quando sabemos que isso vai acontecer o mais rápido que se espera é algo pesado de se aguentar, a relação entre mãe e filho é algo lindo de ver na historia, e o ponto é aceitar e seguir em frente, para ambos isso não era algo claro, mas é fundamental que aconteça.

Pra quem gosta de historias dramáticas, esse é um filme indispensável e pra quem não é tão fã a parte fantástica traz com maestria o contra ponto para que se torne um bom filme.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *